Blog do Rafael Cortez

09/01/2009

Rápida passagem...

 Passando aqui rapidinho para dividir algumas coisas com vcs... essa semana voltei antes a São Paulo. Tô aqui desde segunda de manhã, trabalhando que nem um cão... sim, trampo tbm com coisas paralelas ao CQC. O programa tá lá, de férias, hibernando... mas nós todos estamos a mil por hora... tocando coisas que não podem ser feitas com um programa ao vivo por semana pra fazer... sim amigos, esses Homens de Preto são tbm donos-de-casa, pagadores de impostos, homens que precisam de academia, devem regar plantas, brigar com os pais, cortar cabelo e fazer essas coisas mundanas que todo mundo faz...

 Foram bem proveitosos esses dias... comprei coisas para o lar, cuidei do meu site, vi trabalhos, escrevi textos, toquei violão, planejei coisas, cuidei da cabeça, do banco, dos negócios e do coração... ulalá...

 Por falar em site, boas novas: o meu será lançado oficialmente dia 16 de fevereiro! Tá dando um trabalho grande, mas espero que fique bom... apesar de estar mega-atrasado... mas anotem aí: dia 16 de fevereiro tô firme e forte na internet com minha página pessoal!

Muita gente tem me perguntado se estou assistindo Maysa, na Globo. E o que estou achando... e qual livro sobre ela recomendo. Vamos às respostas. Sim, estou vendo. E tá foda, porque deixo de sair pra jantar com amigos para acompanhar mais um capítulo. Prefiro ver o Verão BAND que tá bem legal e nem gosto de acompanhar novelas (apesar de ter corrido pra casa pra ver a Flora e a Donatella se reencontrando em "A Favorita", hehe...), mas tô seguindo esse trabalho porque a Maysa merece.

Agora, se estou gostando da minissérie? Por enquanto não. Mas quero ver até o fim e tentar mudar de idéia. Alguém me explica porque os atores desse trabalho estão atuando tão, mas TÃO MAL???? A Larissa Maciel é a cara da Maysa e isso impressiona... mas derrapou feio em algumas cenas até agora. Ela tá conferindo à Maysa uma coisa de menina que ela não tinha, um certo mimo, uns achaques de garota emburrada e/ou inocente.  O pai da Maysa tá de doer. Pulo. E olha... ainda bem que não aparece mais aquele menino que fazia o irmãozinho criança dela. Era de assustar cada vez que dizia uma frase. O ator que faz o André Matarazzo tem altos e baixos... Mas arrisco dizer que até agora o ÚNICO ator que tá mandando bem mesmo é o cara que interpreta o Bôscoli. Mas calma, que ainda temos chão. Espero mudar mesmo de idéia.

Por fim, quem quiser ler a biografia dela vá direto para "Maysa - Só Numa Multidão de Amores", do Lira Neto. A obra do Eduardo Logullo sobre a mesma cantora deve ser desconsiderada IMEDIATAMENTE.

Uma última coisa sobre a minissérie - agora, um elogio e uma crítica. Muito boa a reconstituição de época e a caracterização de personagens. Nota 10. Mas no texto do Manuel Carlos, omitiu-se por completo que a tal namorada do Ronaldo Bôscoli, que aparece na minissérie sendo traída pela Maysa, era a Nara Leão. Puta desrespeito com a história. Fora que não faz nenhum sentido. A personagem da Nara aparece como uma atriz de teatro que, pasmem, canta "Se é Tarde Me Perdoa"... música que a Nara cantava qdo namorava o Lobo-Bobo. Vai saber...

Por fim: nessa sexta e sábado tô em Salvador! Vou tocar pra vcs, galera! Vai ser divertido e eu não vejo a hora de ir! Olha o flyer aí embaixo... encontro vcs no Groove Bar, ok?

E domingo... Morro de São Paulo... graças à Vivi, amiga e fã do CQC que agitou tudo bonitinho para minha estada de 4 dias com todo o conforto e beleza que só a Bahia tem. Valeu Vivi!

E na volta tem minha participação no show do Rômo e do Gentili. Dia 15, aqui em São Paulo.

Em resumo... que tesão de vida!

Um abraço grande

Rafa

                    

Por Rafael Cortez às 00h06

05/01/2009

O DIA - Rio de Janeiro

Não resisti e resolvi dar um pulo nesse blog pra mandar um alô e dizer que as férias estão muito boas, obrigado. Espero que todos e todas estejam igualmente felizes. Só não desejo que vcs, assim como eu, tenham tantas picadas de pernilongo no corpo. Tbm espero que nenhum de vcs tenha caído de uma pequena ponte na saída da casa de uma amiga no Bonete de Ubatuba, em plena escuridão de uma noite sem lanterna. Desejo de verdade que o corte que eu tenho no pé agora não seja parecido com qualquer coisa que seja, em vcs, o resultado de mais burrice do que domínio caiçara da natureza.

Como estamos falando de praia, vi aqui na internet o artigo que a Sabrina Grimberg, do O DIA, do Rio de Janeiro, escreveu sobre mim. Tá simpático. E a foto ficou bem bacana tbm. Como gostei muito da Sabrina, resolvi publicar aqui na net. Ok?

Tudo de muito bom pra vcs. To louco pra ir pra Salvador sexta. Estico uns dias pelo Nordeste, mas só no relax...

Um abração

Rafa

Ah, assistam a partir de hj a minissérie sobre a Maysa, na Globo. Grande cantora. Todo mundo precisa conhecer a voz e a história dessa genial e saudosa artista brasileira.

Ah de novo... desculpem se algumas das coisas que saíram sobre mim na imprensa fugiram das datas que passei pra vcs. O lance do Public Enemy na VIP nem saiu e eu tbm fiquei frustrado. Queria muito que muitas pessoas soubessem mais dos meus ídolos... Mas no Jornalismo é assim mesmo. Coisas caem, coisas mudam... as coisas são imprevisíveis.    

 

Rafael Cortez, do 'CQC': o carioca

Repórter declara seu amor pelo Rio, garante que não é 'pegador' e diz que ainda se assusta com a fama

Rio - Andar no calçadão, tomar chope no Jobi, comer sanduíche no Cervantes, cruzar com celebridades nas ruas e passar horas na Modern Sound. O que aparenta ser o roteiro de um morador bem familiarizado com a Zona Sul, é na verdade a lista dos programas favoritos de Rafael Cortez, o repórter mais carioca da turma do 'CQC', da Band.
Nascido em São Paulo, Rafael conta que gosta de lá, mas, desde que conheceu o Rio, passou a distribuir de maneira equilibrada o seu amor pelas duas cidades. "Raramente você encontra um paulistano que diz 'eu amo São Paulo'. Ele sempre diz que ama com base no bairro onde vive. Já o carioca, sempre ama o Rio. Ele gosta do Rio como um todo", compara.

A identificação é tanta que Rafael é o primeiro a se candidatar nas reuniões com a equipe do humorístico para vir à cidade. "Sempre peço para fazer as matérias no Rio. Se pudesse, ficaria mais tempo aqui. Em 1996, eu tinha 18 anos, pisei no Rio e disse: 'vou morar aqui um dia, vai demorar um tempo, mas vai ser por trabalho'", profetiza o repórter, que não faz piadas bairristas. "Acho chatas, batidas. O Rio é muito sério. Há temas que eu nunca faço menção: tráfico de drogas, violência, jogo do bicho... são assuntos que estão na realidade da cidade, mas não tem graça nenhuma", afirma.

Além das atrações culturais, as mulheres cariocas também agradam em cheio esse paulistano solteiro, de 32 anos, que faz questão de frisar que tem aversão ao conceito de 'pegador'. "Ficam tentando me rotular de galanteador e isso me fragiliza. Uma revista me descreveu como 'um menino deslumbrado, que estava aí para pegar geral'. Não gostei. Estou longe de ser sensual. Tenho barriga, olheiras e estou ficando careca", diverte-se, depois de explicar por que, para ele, as mulheres paulistanas são mais difíceis de serem conquistadas do que as cariocas. "É coisa da praia. Você vê as pessoas meio semi-nuas, então já acostuma a ver a mulher com pouca roupa. Só aí você pula uns três estágios da sedução. É assim: 'Como já vi você sete vezes de biquíni, agora é só tirar seu biquíni'", brinca, às gargalhadas. "Em São Paulo está todo mundo de roupa", lamenta.

Em quase um ano de 'CQC' no ar, Rafael descobriu o que é ser assediado e confessa que se assusta. "Fui dar uma palestra sobre jornalismo de entretenimento em Teresina, no Piauí. Quando desci no aeroporto havia pessoas aos gritos, com câmeras. Perguntei à minha irmã: 'Quem está aqui?' Ela disse: 'É você'. Fiquei muito assustado", conta. "Cheguei no hotel e dei uma coletiva de imprensa... na piscina, tinham meninas me fotografando. Depois da palestra, as organizadoras fizeram um cordão de isolamento e eu me perguntei: 'Para quê isso?' Quando acabou, todo mundo veio para cima de mim e eu saí parecendo um Jesus, todo mundo me puxando. Tinha até segurança. Estou acostumado a levar porrada de segurança, não a ser protegido por eles. Foi muito louco", relembra.

 

 

Por Rafael Cortez às 20h38

Sobre o autor

Rafael Cortez, 33 anos, ator, jornalista e violonista.

Já foi redator de texto erótico para celular, produtor de teatro, circo e TV, assessor parlamentar de uma vereadora de São Paulo, atendente de videolocadora, organizador de mais de 60 festinhas infantis e tem DRT de Palhaço. Gosta de Nara Leão, Public Enemy, lasanha e que cocem suas costas com as unhas. Está na TV como um dos repórteres do programa CQC, da Tv Bandeirantes.

Sobre o blog

Espaço para textos reflexivos, ácidos e que busquem alguma inteligência. Local para reflexões artísticas e culturais diversas. Não, aqui você não encontrará fofocas sobre o meio das celebridades. Não, aqui você não verá piadas a todo tempo... Mas se o autor se esforçar, você poderá ler alguma coisa boa. E contribuir comentando com algo melhor...

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